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# E-Waste Day: está na hora de repensarmos o significado de “upgrade”
- URL: https://droidreader.pt/e-waste-day-esta-na-hora-de-repensarmos-o-significado-de-upgrade/
- Published: 2026-10-14T11:00:30.000Z
- Updated: 2026-10-14T11:00:30.000Z
- Author: Redação
- Tags: Notícias, Patrocinado

Todos os anos chegam novos smartphones ao mercado. Melhores câmaras, processadores mais rápidos, novos recursos de inteligência artificial e, inevitavelmente, aquela vontade de trocar aquilo que temos no bolso.

Mas há outra realidade menos bonita por detrás deste ciclo: o lixo eletrónico.

Esta quarta-feira assinala-se o Dia Internacional dos Resíduos Eletrónicos, ou E-Waste Day, e os números ajudam a colocar o problema em perspetiva. Em 2022, foram produzidas 62 milhões de toneladas de resíduos eletrónicos em todo o mundo. Em 2030, poderão ser 82 milhões.

E não, reciclar tudo não resolve o problema. O lixo eletrónico está, atualmente, a crescer cinco vezes mais depressa do que a reciclagem documentada.

Talvez seja por isso que uma das melhores formas de reduzir este impacto começa muito antes do ecoponto: não transformar um equipamento funcional em lixo.

## Um Galaxy antigo não é necessariamente um Galaxy acabado

É aqui que a reparação ganha importância. A bateria do teu Galaxy já não dura como antes? O ecrã partiu? A porta USB-C deixou de carregar corretamente? Nenhuma destas situações significa necessariamente que precisas de um smartphone novo.

Os números da iServices mostram precisamente isso. Em 2025, nove em cada dez reparações realizadas pela empresa foram em smartphones e a Samsung representou cerca de 25% das intervenções, liderando entre as marcas Android.

![](https://storage.ghost.io/c/4a/65/4a657934-9607-41ce-86b1-442d3f852e47/content/images/2026/10/banner.jpg)

Em muitos casos, trocar um componente pode ser suficiente para prolongar a utilização do equipamento por mais alguns anos. E optar por uma [reparação Samsung na iServices](https://iservices.pt/reparacao/samsung) tem também uma consequência que nem sempre é imediatamente visível: adiar a produção do smartphone que iria substituí-lo.

Isto porque produzir um novo equipamento também deixa uma pegada. Os valores utilizados pela iServices apontam para cerca de 50 kg de CO₂ equivalente, 12 mil litros de água e aproximadamente 80 kg de recursos naturais associados à produção de um smartphone.

É uma pegada que já existe no Galaxy que tens nas mãos. Quanto mais tempo conseguires utilizá-lo, mais aproveitas os recursos que foram necessários para o fabricar.

## 360 mil equipamentos depois, os números começam a pesar

Em 2025, a iServices prolongou a vida de mais de 360 mil equipamentos eletrónicos, através de reparações, intervenções técnicas e recondicionamento.

Traduzindo esta atividade em impacto ambiental, a empresa estima ter evitado aproximadamente 72 toneladas de resíduos eletrónicos. Mas há mais: são cerca de 18 mil toneladas de CO₂ equivalente, 4,32 mil milhões de litros de água e mais de 28 mil toneladas de recursos naturais cuja utilização terá sido evitada ou adiada.

São estimativas baseadas em rácios médios de ciclo de vida, naturalmente, mas mostram a diferença que pode surgir quando deixamos de olhar para a substituição como a única solução.

## Trocar de Galaxy? Novo não é a única resposta

E há outra parte importante desta história: ninguém está a dizer que tens de ficar com o mesmo smartphone para sempre. Quando chega realmente a altura de mudar, há uma alternativa entre continuar com o antigo e comprar um equipamento acabado de fabricar.

Os [Samsung Galaxy recondicionados](https://iservices.pt/produtos/samsung-recondicionados-293) da iServices colocam novamente em circulação smartphones que já existem, prolongando o seu ciclo de vida. É uma área que também está a crescer. Só em 2025, a iServices processou cerca de 150 mil equipamentos recondicionados, mais 52% do que no ano anterior. Mais de 140 mil eram smartphones.

![two different models of the same cell phone](https://images.unsplash.com/photo-1707438095977-2a8b9d1af3e5?crop=entropy&cs=tinysrgb&fit=max&fm=jpg&ixid=M3wxMTc3M3wwfDF8c2VhcmNofDI1fHxzYW1zdW5nJTIwczI1JTIwdWx0cmF8ZW58MHx8fHwxNzkwOTI4Nzc3fDA&ixlib=rb-4.1.0&q=80&w=2000)

E talvez seja essa a melhor mensagem para retirar deste E-Waste Day. Não se trata de deixar de gostar de tecnologia nova. Trata-se simplesmente de perceber que um Galaxy não deixa de ser útil só porque surgiu uma nova geração.

Se ainda pode ser reparado, talvez ainda tenha alguns anos pela frente. E se estiver mesmo na altura de trocar, um Galaxy recondicionado pode ser uma alternativa a considerar.

Porque o melhor resíduo eletrónico continua a ser aquele que nunca chegou a transformar-se em resíduo.