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Google Pixel 11 Pro (Review): quando evoluir chega para convencer

Google Pixel 11 Pro (Review): quando evoluir chega para convencer
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O Pixel 11 Pro chega numa altura curiosa para a Google. A marca já provou que sabe fazer bons smartphones, já conseguiu criar uma identidade própria no mercado e ainda conseguiu transformar os Pixel na sua mais importante montra para o Gemini.

Por isso, nesta geração, a questão já não é perceber se a empresa consegue apresentar um bom telefone. É perceber até onde conseguiu levar a ideia do Pixel.

E foi precisamente com essa curiosidade em mente que passámos os últimos dias com o Pixel 11 Pro. Há mudanças que se percebem logo, outras que só começam a fazer diferença ao fim de alguns dias e há também escolhas que nos deixaram a pensar se a Google não estará, aos poucos, a entrar numa fase bastante diferente da história dos Pixel.

Não é um smartphone que se explique por uma única novidade, nem é daqueles equipamentos cuja ficha técnica conta toda a história. Muito do que torna o Pixel 11 Pro interessante está na forma como as várias peças se juntam durante a utilização — e é aí que aparecem tanto os seus melhores argumentos como algumas das dúvidas que ficam no final.

Mas vamos por partes.

Um design amadurecido

Comecemos pelo mais óbvio: o Pixel 11 Pro é muito parecido com aquilo que a Google já nos apresentou nas últimas gerações. O formato geral do equipamento, a disposição das câmaras e toda a linguagem visual são imediatamente familiares. Não existe aqui aquele momento de tirar o telefone da caixa e pensar que estamos perante algo completamente novo.

E, neste caso, não achamos necessariamente que isso seja um problema.

Google Pixel 11 Pro na nova cor Rosa Canyon

A atual linguagem de design dos Pixel continua a ser, para nós, a melhor que a Google alguma vez criou. O telefone tem identidade, é facilmente reconhecível no meio de dezenas de outros Android e consegue manter um equilíbrio interessante entre aquilo que é um equipamento premium e um design que não tenta desesperadamente chamar a atenção. A Google encontrou uma assinatura visual e parece determinada a mantê-la.

A principal novidade está, por isso, nas cores. A nossa unidade de review chegou no novo Rosa Canyon, que provavelmente será uma das opções mais populares desta geração. O painel traseiro apresenta um tom próximo ao salmão com acabamento mate característico, enquanto as laterais brilhantes assumem uma tonalidade dourada/cobre. Ao vivo, esta combinação funciona muito melhor do que o nome ou os renders da Google fazem parecer. Estamos perante um acabamento claramente especial, com bastante personalidade, mas sem tornar o equipamento demasiado extravagante.

O Google Pixel 11 Pro nos seus tons Obsidiana, Azeitona, Neblina e Rosa Canyon - por ordem, da esquerda para a direita

Para quem preferir algo mais discreto, existem ainda os tons Azeitona (um tom verde), Neblina (branco acinzentado) e Obsidiana (preto). Esta última opção tem também um pequeno detalhe que apreciámos: pela primeira vez nos modelos Pro, a Google decidiu acompanhar o acabamento preto com laterais igualmente em preto mate. É uma mudança pequena, mas que dá ao equipamento um aspeto bastante mais sóbrio.

A Google garante também ter trabalhado bastante na resistência desta geração. O Pixel 11 Pro chega com um ecrã que a marca descreve como mais resistente a riscos e mantém a certificação IP68 contra água e poeira, sendo apresentado como o Pixel mais duradouro alguma vez produzido. Naturalmente, não andámos a atirar o equipamento para o chão para testar as promessas da Google, mas qualquer evolução nesta área é especialmente bem-vinda num smartphone premium.

HiLight: uma novidade que sabe a pouco

Há, no entanto, uma alteração física que merece algum destaque: o novo HiLight. A Google substituiu o tradicional flash por um sistema LED RGB que, além de continuar a cumprir essa função na câmara, passa também a poder servir como uma espécie de indicador visual para determinadas notificações.

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A ideia até nos parece interessante. O problema é que, neste momento, a sua utilidade é extremamente limitada.

A Google apresenta o HiLight sobretudo como um elemento visual para algumas interações com o Gemini e como indicador para chamadas recebidas de contactos marcados como favoritos. E, honestamente, é difícil encontrar muito mais valor do que isso na utilização diária. Para uma novidade de hardware com este potencial, esperávamos uma integração bastante mais ambiciosa.

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A Google podia ter transformado o HiLight numa espécie de regresso moderno ao clássico LED de notificações dos Android de outros tempos, expandindo-o a aplicações como Mensagens, Gmail ou Calendário e até incentivando developers de aplicações populares a tirarem partido deste novo sistema de alertas. Isso faria com que as diferentes cores pudessem realmente transmitir informação útil sem ser necessário ligar o ecrã.

Mas não foi isso que aconteceu.

E há ainda outro detalhe importante: nos modelos Pro, o HiLight substitui também o sensor de temperatura presente nas gerações anteriores. Ou seja, a Google retirou uma funcionalidade para introduzir outra que, pelo menos nesta fase, ainda não demonstra utilidade suficiente para justificar verdadeiramente a troca.

O potencial está lá. Mas, tal como existe hoje, o HiLight acaba por parecer uma boa ideia à espera de software que lhe dê uma verdadeira razão para existir.

A inteligência artificial deixou de ser um extra

Se há uma característica que define os Pixel modernos, para além das câmaras, é a inteligência artificial. A Google já utilizava processamento inteligente nos seus smartphones muito antes de “IA” se tornar a palavra obrigatória em praticamente todas as apresentações tecnológicas, mas a chegada do Gemini mudou completamente a dimensão dessa aposta.

Os Pixel 11 são a primeira geração desenvolvida desde a origem a pensar na nova Gemini Intelligence, uma plataforma criada para catapultar a inteligência artificial, para que ela seja muito mais presente e, sobretudo, mais útil no dia a dia. A ideia já não passa simplesmente por abrir uma aplicação e fazer perguntas a um chatbot. A Google quer que a inteligência esteja espalhada pelo sistema operativo e apareça exatamente no momento em que pode ajudar o utilizador.

E é aí que este novo Pixel começa realmente a distinguir-se.

Durante a nossa utilização, encontrámos esta integração em praticamente todo o lado: nos Mapas, no Gmail, na câmara, na pesquisa, na digitação por voz e em pequenas ações que começam a tornar a utilização do telefone mais rápida. Em vez de termos uma coleção de ferramentas de inteligência artificial isoladas, existe cada vez mais a sensação de que todo o sistema está ligado à mesma camada de inteligência.

Foi essa naturalidade que mais gostámos de encontrar no Pixel 11 Pro. A IA não está constantemente a tentar chamar a atenção para si própria. Em muitos casos, simplesmente está lá quando é necessária. E isso torna estas funcionalidades bastante mais interessantes do que aquelas demonstrações espetaculares que vemos em apresentações e que depois utilizamos duas vezes antes de esquecer que existem.

Outro ponto importante é a privacidade. A Google garante que o controlo sobre os dados continua do lado do utilizador, sendo possível alterar as definições relacionadas com estas funcionalidades a qualquer momento. Num smartphone onde a inteligência artificial começa a ter acesso a cada vez mais contexto sobre aquilo que fazemos, esta transparência deixa de ser um detalhe e passa a ser uma parte importante da experiência.

Tensor G6: não precisa de ganhar todos os benchmarks

Por trás de praticamente tudo isto está o novo Tensor G6, o processador desenvolvido pela Google para esta geração.

Convém, no entanto, colocar as expectativas no sítio certo. O Tensor G6 não é o processador indicado para quem procura simplesmente o máximo desempenho possível num Android ou quer ver o smartphone no topo dos benchmarks. Nesse campo, os chips de gama alta da Qualcomm continuam a ser claramente mais fortes em desempenho bruto, sobretudo para quem passa horas a jogar títulos exigentes ou utiliza frequentemente o telefone para tarefas pesadas de edição, criação de conteúdos ou processamento.

Mas também seria injusto avaliar este processador apenas por aí.

No dia a dia, o Google Pixel 11 Pro entrega claramente uma experiência flagship. A interface é rápida, a multitarefa funciona sem problemas, as aplicações abrem imediatamente e em nenhum momento sentimos que o desempenho estivesse a limitar a experiência de utilização. Para a enorme maioria das tarefas, há potência mais do que suficiente.

E depois há aquilo que os benchmarks não mostram. O Tensor G6 é também responsável por alimentar toda a camada de inteligência artificial que distingue estes Pixel, assim como várias das novas capacidades das câmaras. É graças a esta integração entre hardware e software que temos funcionalidades como o Super Zoom até 120x, a Visão Noturna instantânea ou a Captura Mágica.

É precisamente aqui que a estratégia da Google começa a fazer mais sentido. A empresa não parece interessada em construir simplesmente o processador Android mais rápido do mercado. Está interessada em construir um processador que permita fazer determinadas coisas que considera importantes para a experiência Pixel.

E isso também tem valor.

As câmaras continuam a ser uma das grandes razões para comprar um Pixel

Falar de um Pixel e não dar especial atenção às câmaras seria praticamente impossível. Afinal, foi precisamente através da fotografia computacional que a Google conseguiu transformar os primeiros Pixel numa referência do mercado e, dez anos depois do lançamento do modelo original, essa continua a ser uma das áreas onde estes smartphones mais se destacam.

O Google Pixel 11 Pro chega com um sistema de câmara tripla bastante completo. Temos uma nova grande-angular de 50 MP, uma ultrawide de 48 MP com Macrofoco e uma também renovada teleobjetiva de 48 MP, que beneficia agora de uma maior sensibilidade à luz.

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Na utilização diária, esta combinação continua a entregar exatamente aquilo que esperamos de um Pixel: fotografias muito detalhadas, boa gestão das zonas claras e escuras, cores consistentes entre sensores e um processamento que raramente precisa de intervenção do utilizador para produzir bons resultados.

É precisamente essa simplicidade que continua a tornar a câmara dos Pixel tão agradável. Tiramos o smartphone do bolso, apontamos, carregamos no botão e, na maioria das situações, sabemos que vamos obter uma fotografia bastante competente.

Mas a grande novidade que a Google quer destacar nesta geração está mais longe.

Muito mais longe.

Zoom de 120x: impressionante, mas onde acaba a fotografia?

O novo Super Zoom de 120x é uma daquelas funcionalidades que, à primeira vista, parece existir sobretudo para dar um número impressionante à ficha técnica. Só que, depois de o testarmos, temos de reconhecer que a Google fez aqui um ótimo trabalho — sobretudo quando comparamos os resultados com aquilo que a geração do ano passado conseguia fazer.

A diferença começa a ser particularmente evidente quando levamos o zoom ao limite. E há provavelmente poucos testes melhores para isso do que apontar o Pixel para a Lua.

É precisamente nestas situações que percebemos melhor o salto dado nesta geração. O Pixel consegue recuperar muito mais definição e apresentar uma imagem final bastante mais convincente, mesmo quando estamos a fotografar algo que, a olho nu no ecrã, já parece estar demasiado longe para conseguirmos retirar dali grande coisa.

Naturalmente, há muito software envolvido neste processo. Aliás, uma das coisas de que mais gostámos foi precisamente a transparência da Google nesse aspeto. O telefone permite guardar e consultar também uma versão da fotografia antes do processamento adicional por IA, colocando-a lado a lado com o resultado final.

E a comparação é fascinante.

Ao vermos as duas imagens percebemos imediatamente o quanto acontece depois de carregarmos no botão. Há um aumento evidente de definição, reconstrução de determinadas zonas e até acrescento de detalhe numa imagem que originalmente contém muito menos informação.

O resultado final é claramente melhor e, no caso das fotografias da Lua, a evolução relativamente à geração anterior parece-nos particularmente evidente. Mas também acaba por levantar uma questão bastante mais interessante: até que ponto aquilo que estamos a ver continua a ser uma fotografia?

Não é propriamente uma questão exclusiva da Google. À medida que a fotografia computacional e a inteligência artificial assumem um papel cada vez maior nas câmaras dos smartphones, a linha entre aquilo que o sensor captou e aquilo que o software decidiu reconstruir está a tornar-se cada vez mais difícil de definir.

Mas essa discussão dava, por si só, outro artigo inteiro — e não é esse o tema desta review.

Há ainda uma limitação bastante mais prática: fotografar a 120x continua a ser complicado. Basta um pequeno movimento da mão para o objeto que estávamos a tentar captar desaparecer completamente do enquadramento. A estabilização e a pequena janela de auxílio ajudam, mas é uma funcionalidade que exige alguma paciência e dificilmente será algo que vamos utilizar constantemente.

Ainda assim, desta vez o 120x parece-nos bem mais do que um simples número de marketing. É uma demonstração bastante interessante daquilo que a Google consegue fazer quando junta ótica, processamento computacional e inteligência artificial.

O vídeo também recebeu atenção

A Google também fez melhorias na gravação de vídeo, principalmente ao nível da estabilização. E esta é uma daquelas mudanças que não salta imediatamente à vista numa ficha técnica, mas que acabámos por notar durante os nossos testes.

Os movimentos parecem mais controlados e conseguimos obter sequências mais estáveis mesmo quando estamos simplesmente a caminhar enquanto gravamos. Não é uma evolução revolucionária e certamente não é uma daquelas melhorias capazes de mudar completamente a experiência, mas contribui para tornar o conjunto das câmaras mais consistente.

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Vídeo 4K a 24fps gravado pelo Google Pixel 11 Pro

O Google Pixel 11 Pro permite gravação direta em 4K, enquanto a Google utiliza processamento adicional com inteligência artificial para permitir otimização de vídeo até 8K a 24 ou 30 fps - se assim o selecionares. O resultado é um smartphone que começa a posicionar-se cada vez mais como uma alternativa muito séria para quem quer um Android capaz não apenas de fotografar bem, mas também de gravar vídeo com qualidade.

Na câmara frontal não existem novidades. A Google manteve o sensor de 42 MP do Pixel 10 Pro, o que está longe de ser uma crítica. As selfies continuam bastante detalhadas, a gama dinâmica é boa e existe resolução mais do que suficiente tanto para redes sociais como para videochamadas.

O Pixel Pro compacto que finalmente não obriga a sacrificar autonomia

Uma das áreas que mais nos surpreendeu no Pixel 11 Pro foi a bateria.

Existe há vários anos uma espécie de regra não escrita no mercado de smartphones: se queremos realmente uma boa autonomia, temos de comprar o modelo gigante. XL, Ultra, Max… o nome muda, mas normalmente significa a mesma coisa — mais tamanho, mais bateria e mais peso no bolso.

O Google Pixel 11 Pro prova que isso não tem necessariamente de acontecer.

Durante os nossos testes conseguimos terminar facilmente um dia completo de utilização sem andar constantemente preocupados com a percentagem de bateria. E não estamos a falar de deixar o telefone pousado numa secretária.

Utilizámos dados móveis, GPS, redes sociais, fotografia, multitarefa, algum gaming e streaming, e mesmo assim o equipamento conseguiu manter uma autonomia bastante consistente. Naturalmente, dias particularmente exigentes fazem a bateria cair mais depressa, mas nunca tivemos aquela sensação de que escolher o modelo mais compacto significa automaticamente aceitar uma experiência inferior.

Para quem prefere smartphones mais compactos mas não quer abdicar de uma boa autonomia, este pode mesmo ser um dos melhores argumentos do Pixel 11 Pro.

E depois temos outra área onde há melhorias importantes: o carregamento.

Imaginem um cenário bastante comum no verão. Passámos o dia na praia, o telefone esteve sujeito a calor, brilho elevado, dados móveis, GPS, fotografias e vídeos. Naturalmente, a bateria sofreu mais do que num dia normal.

Chegamos a casa ao final da tarde quase sem energia, mas ainda temos planos para sair novamente.

Com o Pixel 11 Pro, esse problema fica bastante mais fácil de resolver. Utilizando o carregador de 45W da Google, é possível chegar a cerca de 75% em apenas 30 minutos através de cabo. É precisamente aquele tipo de top-up que podemos fazer enquanto tomamos banho e nos preparamos para voltar a sair.

Sem fios, o equipamento consegue atingir aproximadamente 55% no mesmo período, utilizando também os carregadores oficiais Pixelsnap da Google.

Pode parecer uma melhoria relativamente simples, mas é daquelas que tem impacto real no dia a dia. Durante muito tempo, o carregamento foi uma das áreas onde os Pixel pareciam claramente atrás de vários concorrentes Android. Nesta geração, essa diferença começa finalmente a ficar menos evidente.

Em conclusão

Depois de vários dias com o Pixel 11 Pro, ficámos com a sensação de que esta geração diz muito mais sobre o futuro dos Pixel do que aquilo que a ficha técnica deixa perceber.

Porque, isoladamente, quase nenhuma das novidades parece capaz de justificar uma mudança de geração. O design evoluiu pouco, o HiLight ainda está longe de mostrar tudo aquilo que poderia fazer e o Tensor G6 continua sem querer entrar numa corrida direta pelo título de processador mais poderoso do Android.

Mas é precisamente quando juntamos tudo que o Pixel 11 Pro começa a fazer sentido.

Temos um smartphone compacto que já não obriga a abdicar de autonomia, câmaras que continuam entre as mais interessantes do mercado, um carregamento finalmente mais competitivo e um sistema onde o Gemini começa a deixar de parecer uma coleção de funcionalidades acrescentadas à pressa para passar a fazer verdadeiramente parte da experiência.

E talvez seja essa a grande evolução desta geração.

A Google parece cada vez menos preocupada em provar que consegue acompanhar aquilo que Samsung, Xiaomi ou qualquer outra fabricante está a fazer. Em vez disso, está a construir um Pixel cada vez mais próprio, onde hardware, software, fotografia computacional e inteligência artificial estão pensados para funcionar como um conjunto.

Nem todas as ideias estão ainda completamente maduras. O HiLight é provavelmente o melhor exemplo disso. E o novo zoom de 120x mostra-nos que, à medida que a IA ganha espaço na fotografia, também vamos ter de começar a discutir com mais frequência aquilo que queremos realmente que uma câmara de smartphone nos mostre.

Mas nenhuma dessas dúvidas apaga aquilo que mais gostámos neste telefone: é tremendamente fácil viver com ele.

Pode não ser a abordagem mais emocionante do mercado.

Mas, no Pixel 11 Pro, evoluir parece chegar para convencer.

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